Numa mesa de um bar escuro no meio das ruas de Nova Orleans, Louisiana, três seres vestidos como caçadores de vampiro bebiam normalmente, contando sobre suas aventuras. Até que uma raposa vestida com o uniforme de visitante dos Hornets de Nova Orleans corre e enfim se senta na mesa.
Thun: Bom, caras. Aqui está... aquela fic. *Mostrava a fic, rindo, com uma cara de exausto*
Caçador: E porque raios você demorou?
Thun: Bom... Eu estava ocupado assistindo o jogo entre os Timberwolves e os Hornets e...
Spark: O time para o qual você torce perdeu?
Thun: Não, mas não deixam raposas entrarem no estádio... Me tiraram de lá no Terceiro Quarto e eu perdi o resto do jogo. Meu time ganhou de 160 a 12.
Spark: Ah, droga.
Biscuri: E PORQUE VOCÊ RESOLVEU ASSISTIR UM JOGO SENDO QUE A GENTE JÁ TINHA COMBINADO DE SE ENCONTRAR A HORAS PARA DISCUTIR SOBRE ESSE ESTRUME DEFIC?
Caçador: É. Dá logo essa fic.
Capítulo 1
Primeira noite, parte 1
[Título-padrão detected]
Ele me ouviu, apesar do barulho do motor, e deu um grande sorriso que resplandeceu a luz da lua. [Sua mãe morreu? Que alegria!]
“Essa é a Ilha Esme[ralda do Caos].” [Esme? QUE RAIOS DE ILHA SE CHAMA ESME?!]
O barco parou dramaticamente [O carro parou... DRAMATICAMENTE? TEMOS UM CARRO ATOR SENHORAS E SENHORES, palmas para ele o/][Deixa de ser anta, o autor disse “barco”, não “carro”! E não tem como barco parar drasticamente (a menos que tenha batido num recife e explodido)] [Maravilha, cabei de começar a ler e as merdas da fic já tão me cegando -.-], ficando na posição precisa no pequeno cais construído com placas de madeira [CHEIRA A L33T SKILLZ] ; embranquecidas pela brancura da lua. O motor foi desligado [desligado antes ou depois da parada dramática do barco?], e o silêncio que se seguiu foi profundo. Não havia nada além das ondas, batendo levemente no barco, e o ruído da brisa nas palmeiras. O vento era quente, úmido, e perfumado, como o vapor que ficava depois de um banho [depois de ter batido uma gloriosa debaixo do chuveiro].
“Ilha Esme?” Minha voz era baixa, mas pareceu alta demais quando enfrentou a noite quieta. [É. Esme de esmola. *Runz*]
“Um presente de Carlisle – Esme se ofereceu para nos emprestar [o que é estranho, porque se é presente, não é emprestado].”
O barco parou dramaticamente [O carro parou... DRAMATICAMENTE? TEMOS UM CARRO ATOR SENHORAS E SENHORES, palmas para ele o/][Deixa de ser anta, o autor disse “barco”, não “carro”! E não tem como barco parar drasticamente (a menos que tenha batido num recife e explodido)] [Maravilha, cabei de começar a ler e as merdas da fic já tão me cegando -.-], ficando na posição precisa no pequeno cais construído com placas de madeira [CHEIRA A L33T SKILLZ] ; embranquecidas pela brancura da lua. O motor foi desligado [desligado antes ou depois da parada dramática do barco?], e o silêncio que se seguiu foi profundo. Não havia nada além das ondas, batendo levemente no barco, e o ruído da brisa nas palmeiras. O vento era quente, úmido, e perfumado, como o vapor que ficava depois de um banho [depois de ter batido uma gloriosa debaixo do chuveiro].
“Ilha Esme?” Minha voz era baixa, mas pareceu alta demais quando enfrentou a noite quieta. [É. Esme de esmola. *Runz*]
“Um presente de Carlisle – Esme se ofereceu para nos emprestar [o que é estranho, porque se é presente, não é emprestado].”
Thun: Mas Esme não era uma ilha? Agora criou personalidade própria? Puta que Pariu.
Spark: Estamos num desenho animado, onde os objetos tem vida?! Ô.o
Caçador: Pior, estamos em uma badfic. E numa badfic vale tudo!! Fuck, devia ter trazido meu saco de vômito.
Um presente? Quem dá ilhas de presente? [Chuck Norris dá ilhas sim, mas para gente boa, não vampirinhos de merda que brilham no Sol. Noobs.] Eu fiz uma careta. [Eu queria uma bicicleta da Caloi!] Eu não tinha me dado conta que a extrema generosidade de Edward era um comportamento que ele havia aprendido. [Generosidade, Bichisse, normal entre esses vampiros homossexuais que brilham no Sol.]
Ele colocou as malas no cais e se virou de volta [pleonasmo da porra esse], sorrindo com seu sorriso perfeito enquanto me alcançava. [Ele usa Colgate ou Sorriso mesmo?] [Acho que ele usa Corega] Ao invés de me pegar pela mão, ele me puxou direto pros seus braços [usando o cotovelo].
“Não é pra você esperar até chegar à porta?” [Não, ele quer o "fio terra" AGORA MULHER] [Vai buscar meu casaco, mulher, senão te coloco no porão!] Eu perguntei, sem ar, enquanto ele saltava facilmente pra fora do barco [caindo no mar e morrendo, FIM] [Quebrando a madeira frágil do cais, se afogando e morrendo. Eram ouvidos gritos dizendo “VÁ BRILHAR NO INFERNO, VAMPIRO DE MERDA!”] [Não é pra tanto, né Thun?...Se bem que daí todo mundo iria querer ser bom, né...WEEE!].
Ele sorriu. “Se eu não fizer tudo não tem graça.”[“Eu sou uma Attention Whore, tribufu! Sai pra lá, Bicha Má. Tá roubando minha atenção.”] [Edward é a empregada, isso sim. Aliás, quem é a protagonista mesmo? Enquanto não falarem o nome, vou chamá-la de Protagonista-babaca-que-deve-ser-a-Bella.][Divisão de tarefas rola até no fundo do mar, não é, Patrick? Lembre-se que ele afundou quando saiu do barco...]
Segurando as alças das duas enormes malas com uma mão só e me segurando com o outro braço [Alarme de Esteróides.] [Edward used Strenght.][Apelão de baitola] , ele me carregou pelo cais e por uma trilha de areia clarinha através da vegetação escura [“Vamos dar no mato? Calma, não brilho muito quando eu dou a bunda.”].
Por um breve momento tudo ficou como breu na mata que mais parecia uma selva [Não, a mata parece uma CIDADE, pelo amor de Caos Control, isso era pra ser parte do livro mesmo? '-'][Ilhas que parecem selvas...Nem me pergunte como.], e ai eu consegui avistar uma luz cálida [Cálido: Onde há calor, quente, fogoso. Só para vocês entenderem.] [Aposto que o/a autor/a usou dicionário de sinônimos.][Ou abriu um dicionário randomicamente e usou a primeira palavra que colocou o dedo] à frente. Foi mais ou menos nesse ponto que eu me dei conta que a luz era uma casa [Naah...É um Disco Voador. ¬¬] [Casa brilhante dumaus] [Geralmente é assim que começa os filmes de serial killer... oba vai rolar banho de sangue de verdade!] – os dois quadrados perfeitos e brilhantes eram janelas largas que margeavam a porta da frente; aquele medo de palco [Que palco?] [Se ele tão indo transar... Ela ter medo de palco significa que vai TER GENTE OLHANDO ELES FAZEREM O VUCO-VUCO? AH VÁ!] novamente, mais poderoso que antes, pior do que quando eu pensei que estávamos indo para um hotel. [Hu-hum, hotel numa ilha que fala, seeei...]
Meu coração bateu alto demais nas minhas costelas, e a minha respiração pareceu ficar presa na minha garganta [“Quando notei, Edward, aparentemente tinha enfiado uma espada no meu coração, empurrando o órgão até as costelas, até que meu coração pulou para fora, apaguei e morri. Ao fundo, Shao Kahn disse: GAY ASS VAMPIRE WINS! FATALITY!”].Eu senti os olhos de Edward no meu rosto [Edward tem olhos mágicos super-longos.] [Edward Lazer], mas me recusei a encontrar o olhar dele. Eu olhei diretamente para frente, sem enxergar nada. [Você ficou SEGA então minha filha] [“Porra Edward teu brilho queimou minha retina, agora como vou saber pra quem eu dô??”]
Ele não me perguntou o que eu estava pensando, e isso não era comum pra ele. [“Porque geralmente vampiros tem poder de adivinhar pensamentos...”] Eu acho que isso significa que ele estava tão nervoso quanto eu estava. [Ou que ele simplesmente não queria saber mesmo. Vadia burra.] [...Ele realmente sempre pergunta o que ela tá pensando? Tipo, eu não li o livro (por sorte DX)] [Se não me falha a memória, ele pode ler pensamentos... Sim, um vampiro que pode ler pensamentos, a autora é retardada mesmo] [Vai ver ele só queria encontrar um banheiro pra soltar um barro brilhante...]
Ele pôs as malas no chão para abrir as portas; elas estavam destrancadas. [Se ele desse uma bicuda na porta depois de soltar as malas eu não estranharia...]
Edward olhou para mim, esperando que eu encontrasse o olhar dele antes de passar pela porta. [Edward: “Ou dá ou fica no lado de fora, VAGAÇA!”]
Ele me carregou pela casa, nós dois muito quietos, acendendo as luzes enquanto passava.
Minha vaga impressão da casa foi que ela era grande demais pra uma ilha tão pequena [Pfff...Nunca viu a Ilha de Caras, pelo visto.] , e estranhamente familiar. Eu me acostumei ao esquema de cores pálidas [Tipo Rosa, Fúcsia, Magenta e outras cores gays que não sei o nome.] [Não eram cores cálidas??] que os Cullen [Notem as duas primeiras letras do sobrenome... É que nem cunhado, se começa assim, não pode ser coisa boa] preferiam; eu me sentia em casa. No entanto, eu não me foquei em coisas específicas. O violento pulso batendo nos meus ouvidos fazia tudo ficar distorcido. [“E enquanto isso uma estranha música começava a tocar. Era a Lavender Town Tune invertida e do nada Pikachus sem olhos e ensangüentados começavam a me agarrar.”] [Como um som faz tudo ficar distorcido?! Ô.o] [Spark, tu nunca ouviu I-Doser??]
Então Edward parou e acendeu a última luz. [Isso me lembrou de uma cena de Dragon Ball Evolution. O que aumentou meu medo por essa fic por 10.] [“E aí ele se vira, dando de cara com a protagonista-que-devia-ser-a-Bella, que lhe dá uma punhalada no coração, explodindo em purpurina”.]
O quarto era grande e branco, e a parede mais distante era praticamente feita de vidro; uma decoração padrão para os meus vampiros [Não. A decoração padrão para “seus vampiros” seria um quarto todo rosa com pôsteres de Boybands e Jogadores de Futebol de cueca nas paredes, nem adianta vir com essa ladainha.] [Paredes feitas de vidro. Privacidade 0.] . Do lado de fora, a lua estava brilhando na areia branca e, apenas a alguns metros de distância da casa, as ondas brilhantes. Mas eu mal notei essa parte. [“Porque quando saí do barco já estava dentro da casa dos Cullen, e a parte da caminhada pela areia clarinha foi fruto de minha imaginación”] Eu estava mais concentrada na cama absolutamente enorme no centro do quarto, com leves mosquiteiros pendurados [e mosquitos mordendo minha bunda e chupando, algo que o Edward hesita em fazer desde o início da fic].
Edward me pôs no chão. [E de repente Blade quebra a parede de vidro, mata os dois, faz uma pose de fuckyea, vai embora e fim]
“Eu... Eu vou pegar a bagagem.”[“E meu vibrador preto que vibra em cinco velocidades...ui, mona!”] [Edward é gago q-] [Detalhe adicional: vibrador da Batom!] [Wait, que conhecimento avançado sobre vibradores é esse Kai? Tou desconfiando '-']
O quarto era quente demais, mais pesado do que a noite tropical lá fora. Uma trilha de suor empapou a minha nuca [“e molhou minha calcinha”]. Eu caminhei para frente lentamente até que eu consegui erguer a mão e tocar o mosquiteiro opaco. [Ela queria ver se algum pobre mosquito foi machucado durante a criação dessa aberração que é chamada de “fic”?] Por algum motivo, eu precisava ter certeza de que tudo era real. [O calor pode fazer qualquer um delirar. Delirar ao ponto de dizer que um quarto branco seria padrão para vampiros viados é algo bem complicado de acontecer, mas, vai ver o quarto estava mais quente que Bangu num dia de sol de 2 da Tarde.] [Na verdade Edward resolveu fazer uma boa ação ao mundo e queimou a casa enquanto acendia as luzes]
Eu não ouvi Edward voltar. De repente, seus dedos gelados estavam acariciando a minha nuca, enxugando a transpiração [“e molhando ainda mais a minha calcinha”].
“É um pouco quente aqui” [Noffa o Thun tava certo] ele disse como quem pedia desculpas. “Eu achei... Que seria o melhor.”
“Absolutamente” eu murmurei por baixo do meu fôlego, e ele gargalhou. Era um som nervoso, raro para Edward.[“Você provavelmente nunca estudou Biologia, seu vampiro de merda.”] [Bem, não acho que existam escolas pra vampiros...que brilham no sol] [Mas ele frequentava a escola a muitos anos mais que qualquer aluno normal e tem 300 anos de idade, ele é burro mesmo] [O que há de estranho nisso? Eles estão se comunicando subliminarmente]
“Eu tentei pensar em tudo que pudesse tornar isso mais... fácil” ele admitiu. [Eu penso em algo que tornaria isso mais fácil pra você. SE MATE]
Eu engoli fazendo barulho [onomatopéia maldita “GLUP!”, digna de Turma da Mônica], ainda sem olhar na direção dele. Será que já existiu uma lua de mel assim antes? [Lua de mel? Quando? Como? Quando que nessa história ela disse de Lua de Mel? Eu nunca li a história original, quero uma justificativa.] [Lua de mel não é só depois de casado? ô.o] [Porra, Edward e projeto-de-Bella já deviam ter casados antes dessa fic começar. “A primeira noite” não dizem nada pra vocês não?? Nem pra mim, então fikdik]
E sabia a resposta pra isso. Não. Não existiu. [Então por que perguntou...PRA SI MESMA?!] [Por que é uma MULA assim como a autora.] [Se já sabia a resposta, porque pensou, besta?]
“Eu estava me perguntando” Edward disse lentamente. “Se... primeiro... talvez você goste de um mergulho à meia noite comigo?” [Que o mar esteja cheio de tubarões que o mar esteja cheio de tubarões...] [Vampiros não são sensíveis à água? e-e] [Vampiros sensíveis à água? Aonde? Só se for à água benta, porra!] Ele respirou profundamente, e a voz dele estava mais tranquila quando ele falou novamente. “A água estará bem quentinha. Esse é o tipo de praia que você aprovaria.” [Praias Quentes na Meia-Noite. Comofas] [O mar é feito de água...amarela.] [Vão estudar geografia vocês dois, a água acumula calor durante o dia e libera durante a noite, assim ficando quente]
“Parece bom.” Minha voz se quebrou. [Voz do Edward Wins! Fatality] [Voz quebrar?? Eles estão se comunicando pelo celular?]
“Eu tenho certeza que você gostaria de um ou dois minutos humanos... [E não um ou dois minutos vampíros.] [Qual a diferença mesmo? '-'] [Um minuto vampiro equivale à sete minutos humanos, por isso Edward tá tão com pressa de comer a ainda-não-sei-se-é-a-Bella] Foi uma longa viagem.”
Eu balancei a cabeça rigidamente [“porque sou uma marionete!”]. Eu mal me sentia humana; [se sentia uma anta, provavelmente] talvez alguns minutos a sós me ajudassem.
Os lábios dele alisaram a minha garganta, logo abaixo do meu ouvido. Ele riu uma vez e sua respiração fria fez cócegas na minha pele esquentada. [Geralmente o ar sai mais quente do pulmão do que entrou, a menos que a pele dela esteja a mais de 45º ou Edward esteja soprando no seu ouvidinho, ou seja, seria uma respiração fria e molhada]“Não demore muito, Sra. Cullen.” [Ah...A autora resolveu fazer o Vampiro Viado não tão Viado. Apesar de ser Crepúsculo, pelo menos alguma coisa decente aconteceu.] [Sra. Cullen? NOFFA ENTÃO ELES SE CASARAM MESMO] [Só agora tu percebeu, Speed?]
Eu pulei um pouco pelo som do meu novo nome. [“É senhorita Cullen pra você! Humpt!”]
Os lábios dele desceram no meu pescoço até o topo do meu ombro. “Eu vou esperar por você na água.” [Espere no fogo mesmo, faça um bem a humanidade]
Ele passou por mim indo até as portas francesas que se abria dando diretamente para a noite enluarada. [A gente ainda ta na ilha Esmo? Já me perdi nessa porra!] O ar pesado, salgado, entrou no quarto atrás dele.
A minha pele ficou em chamas? [Eu disse que o Edward botou fogo na casa.] Eu precisei olhar pra baixo para checar. Não, eu não estava queimando. [Fu-] Pelo menos, não visivelmente. [Fogo invisível q-] [AMATERASU! O_O CORRAM PRAS COLINAS!!] [SRA. CULLEN TOMOU PÍLULA ROSA CORRAM PRAS COLINAS!!]
Eu me lembrei de respirar [Droga] [Cumé?] , e aí cambaleei em direção à mala gigante que Edward tinha deixado aberta sobre uma penteadeira baixa. Ela devia ser minha, pois a minha familiar bolsa de utensílios de higiene estava em cima dela, e havia muitas coisas cor de rosa por ali, mas eu não reconheci nada que pudesse ser uma roupa. [Coisas Rosa? Esqueçam o que eu disse sobre o Vampiro ter deixado de ser viado. Ele só virou viado escondido.] [Se é rosa não tem como identificar de quem é, sua vadia burra prepotente] Enquanto eu escavava as pilhas cuidadosamente arrumadas – procurando alguma coisa familiar e confortável, um par de calças de moletom [e saias de ballet], talvez – eu me dei conta que havia uma quantidade absurda de laços e cetim sedoso em minhas mãos. Lingerie. Lingerie com cara de lingerie, com etiquetas francesas. [Provavelmente Edward pensou em ambos usarem] [Hmmm, Edward safadeeeenho...]
Eu não sabia como e quando, mas algum dia, Alice ia pagar por isso. [E quem disse que são suas, sua vadiazinha? Devem ser do Vampiro Viado, of course.] [Quem é essa porra de Alice que só apareceu agora?]
Desistindo, eu fui para o banheiro e dei uma espiada pelas longas janelas que se abriam para a mesma praia, que se abria para as portas francesas. [Como disseram antes, privacidade = 0] Eu não conseguia vê-lo; eu imaginei que ele estivesse lá na água, sem se incomodar em respirar. [Edward=/=Percy Jackson, ok?] No céu lá em cima, a lua estava minguante, quase cheia, e a areia estava numa cor branca e brilhante sob seu brilho. Um pequeno movimento chamou minha atenção. [Era Dust of Osiris brotando do chão, a areia fica vermelha, ele meta geral e fim] [Quis dizer “mata” ou “mete”?] Segura com uma espécie de laço em uma das palmeiras que margeavam a praia, o resto das roupas dele estavam balançando com a brisa suave.
Uma onda de calor passou pela minha pele novamente.
Eu respirei fundo, duas vezes e fui para o espelho acima da longa fila de armários [“e dei de cara com a Loura do Banheiro que arrancou meus olhos e fim”]. Eu estava exatamente com a cara de quem passou o dia inteiro dormindo num avião. [Que seria?] Eu encontrei minha escova e a passei com força nos bolos de cabelo na base da minha nuca até que eles ficaram macios e a escova ficou cheia de fios. Eu escovei meus dentes meticulosamente, duas vezes. [Higiene dental não é brincadeira] [Tanto que ela usou a ESCOVA DE CABELO pra escovar os DETNES, porque não vi ela pegar a escova de dentes] Então eu lavei meu rosto e passei água na minha nuca, que estava meio febril. [Tuberculose é assim mesmo, você não respira, fica com febre... Pare de usar dorgas mulher] [Então aquele calor era febre? Ah ta...] A sensação foi tão boa que eu também lavei meus braços, e finalmente eu resolvi desistir e ir pro chuveiro. [Pra que porras você vai ao chuveiro antes de ir se banhar no MAR?] [Ela não quer contaminar o mar com sua bestialidade, achando que seu cérebro vai escorrer pelo ralo] Eu sabia que era ridículo tomar banho antes de ir nadar, mas eu precisava me acalmar, e água quente era uma forma confiável de fazer isso. [E escovar os dentes duas vezes antes de nadar não é ridículo? Quebrou minha lógica, vadiazinha.] [Momento Cicarelli nessa porra] [Não, sério. O Kuno sentiu essas de lá da casinha dele enquanto dormia, agora ele terá pesadelos, coitado]
Segurando as alças das duas enormes malas com uma mão só e me segurando com o outro braço [Alarme de Esteróides.] [Edward used Strenght.][Apelão de baitola] , ele me carregou pelo cais e por uma trilha de areia clarinha através da vegetação escura [“Vamos dar no mato? Calma, não brilho muito quando eu dou a bunda.”].
Por um breve momento tudo ficou como breu na mata que mais parecia uma selva [Não, a mata parece uma CIDADE, pelo amor de Caos Control, isso era pra ser parte do livro mesmo? '-'][Ilhas que parecem selvas...Nem me pergunte como.], e ai eu consegui avistar uma luz cálida [Cálido: Onde há calor, quente, fogoso. Só para vocês entenderem.] [Aposto que o/a autor/a usou dicionário de sinônimos.][Ou abriu um dicionário randomicamente e usou a primeira palavra que colocou o dedo] à frente. Foi mais ou menos nesse ponto que eu me dei conta que a luz era uma casa [Naah...É um Disco Voador. ¬¬] [Casa brilhante dumaus] [Geralmente é assim que começa os filmes de serial killer... oba vai rolar banho de sangue de verdade!] – os dois quadrados perfeitos e brilhantes eram janelas largas que margeavam a porta da frente; aquele medo de palco [Que palco?] [Se ele tão indo transar... Ela ter medo de palco significa que vai TER GENTE OLHANDO ELES FAZEREM O VUCO-VUCO? AH VÁ!] novamente, mais poderoso que antes, pior do que quando eu pensei que estávamos indo para um hotel. [Hu-hum, hotel numa ilha que fala, seeei...]
Meu coração bateu alto demais nas minhas costelas, e a minha respiração pareceu ficar presa na minha garganta [“Quando notei, Edward, aparentemente tinha enfiado uma espada no meu coração, empurrando o órgão até as costelas, até que meu coração pulou para fora, apaguei e morri. Ao fundo, Shao Kahn disse: GAY ASS VAMPIRE WINS! FATALITY!”].Eu senti os olhos de Edward no meu rosto [Edward tem olhos mágicos super-longos.] [Edward Lazer], mas me recusei a encontrar o olhar dele. Eu olhei diretamente para frente, sem enxergar nada. [Você ficou SEGA então minha filha] [“Porra Edward teu brilho queimou minha retina, agora como vou saber pra quem eu dô??”]
Ele não me perguntou o que eu estava pensando, e isso não era comum pra ele. [“Porque geralmente vampiros tem poder de adivinhar pensamentos...”] Eu acho que isso significa que ele estava tão nervoso quanto eu estava. [Ou que ele simplesmente não queria saber mesmo. Vadia burra.] [...Ele realmente sempre pergunta o que ela tá pensando? Tipo, eu não li o livro (por sorte DX)] [Se não me falha a memória, ele pode ler pensamentos... Sim, um vampiro que pode ler pensamentos, a autora é retardada mesmo] [Vai ver ele só queria encontrar um banheiro pra soltar um barro brilhante...]
Ele pôs as malas no chão para abrir as portas; elas estavam destrancadas. [Se ele desse uma bicuda na porta depois de soltar as malas eu não estranharia...]
Edward olhou para mim, esperando que eu encontrasse o olhar dele antes de passar pela porta. [Edward: “Ou dá ou fica no lado de fora, VAGAÇA!”]
Ele me carregou pela casa, nós dois muito quietos, acendendo as luzes enquanto passava.
Minha vaga impressão da casa foi que ela era grande demais pra uma ilha tão pequena [Pfff...Nunca viu a Ilha de Caras, pelo visto.] , e estranhamente familiar. Eu me acostumei ao esquema de cores pálidas [Tipo Rosa, Fúcsia, Magenta e outras cores gays que não sei o nome.] [Não eram cores cálidas??] que os Cullen [Notem as duas primeiras letras do sobrenome... É que nem cunhado, se começa assim, não pode ser coisa boa] preferiam; eu me sentia em casa. No entanto, eu não me foquei em coisas específicas. O violento pulso batendo nos meus ouvidos fazia tudo ficar distorcido. [“E enquanto isso uma estranha música começava a tocar. Era a Lavender Town Tune invertida e do nada Pikachus sem olhos e ensangüentados começavam a me agarrar.”] [Como um som faz tudo ficar distorcido?! Ô.o] [Spark, tu nunca ouviu I-Doser??]
Então Edward parou e acendeu a última luz. [Isso me lembrou de uma cena de Dragon Ball Evolution. O que aumentou meu medo por essa fic por 10.] [“E aí ele se vira, dando de cara com a protagonista-que-devia-ser-a-Bella, que lhe dá uma punhalada no coração, explodindo em purpurina”.]
O quarto era grande e branco, e a parede mais distante era praticamente feita de vidro; uma decoração padrão para os meus vampiros [Não. A decoração padrão para “seus vampiros” seria um quarto todo rosa com pôsteres de Boybands e Jogadores de Futebol de cueca nas paredes, nem adianta vir com essa ladainha.] [Paredes feitas de vidro. Privacidade 0.] . Do lado de fora, a lua estava brilhando na areia branca e, apenas a alguns metros de distância da casa, as ondas brilhantes. Mas eu mal notei essa parte. [“Porque quando saí do barco já estava dentro da casa dos Cullen, e a parte da caminhada pela areia clarinha foi fruto de minha imaginación”] Eu estava mais concentrada na cama absolutamente enorme no centro do quarto, com leves mosquiteiros pendurados [e mosquitos mordendo minha bunda e chupando, algo que o Edward hesita em fazer desde o início da fic].
Edward me pôs no chão. [E de repente Blade quebra a parede de vidro, mata os dois, faz uma pose de fuckyea, vai embora e fim]
“Eu... Eu vou pegar a bagagem.”[“E meu vibrador preto que vibra em cinco velocidades...ui, mona!”] [Edward é gago q-] [Detalhe adicional: vibrador da Batom!] [Wait, que conhecimento avançado sobre vibradores é esse Kai? Tou desconfiando '-']
O quarto era quente demais, mais pesado do que a noite tropical lá fora. Uma trilha de suor empapou a minha nuca [“e molhou minha calcinha”]. Eu caminhei para frente lentamente até que eu consegui erguer a mão e tocar o mosquiteiro opaco. [Ela queria ver se algum pobre mosquito foi machucado durante a criação dessa aberração que é chamada de “fic”?] Por algum motivo, eu precisava ter certeza de que tudo era real. [O calor pode fazer qualquer um delirar. Delirar ao ponto de dizer que um quarto branco seria padrão para vampiros viados é algo bem complicado de acontecer, mas, vai ver o quarto estava mais quente que Bangu num dia de sol de 2 da Tarde.] [Na verdade Edward resolveu fazer uma boa ação ao mundo e queimou a casa enquanto acendia as luzes]
Eu não ouvi Edward voltar. De repente, seus dedos gelados estavam acariciando a minha nuca, enxugando a transpiração [“e molhando ainda mais a minha calcinha”].
“É um pouco quente aqui” [Noffa o Thun tava certo] ele disse como quem pedia desculpas. “Eu achei... Que seria o melhor.”
“Absolutamente” eu murmurei por baixo do meu fôlego, e ele gargalhou. Era um som nervoso, raro para Edward.[“Você provavelmente nunca estudou Biologia, seu vampiro de merda.”] [Bem, não acho que existam escolas pra vampiros...que brilham no sol] [Mas ele frequentava a escola a muitos anos mais que qualquer aluno normal e tem 300 anos de idade, ele é burro mesmo] [O que há de estranho nisso? Eles estão se comunicando subliminarmente]
“Eu tentei pensar em tudo que pudesse tornar isso mais... fácil” ele admitiu. [Eu penso em algo que tornaria isso mais fácil pra você. SE MATE]
Eu engoli fazendo barulho [onomatopéia maldita “GLUP!”, digna de Turma da Mônica], ainda sem olhar na direção dele. Será que já existiu uma lua de mel assim antes? [Lua de mel? Quando? Como? Quando que nessa história ela disse de Lua de Mel? Eu nunca li a história original, quero uma justificativa.] [Lua de mel não é só depois de casado? ô.o] [Porra, Edward e projeto-de-Bella já deviam ter casados antes dessa fic começar. “A primeira noite” não dizem nada pra vocês não?? Nem pra mim, então fikdik]
E sabia a resposta pra isso. Não. Não existiu. [Então por que perguntou...PRA SI MESMA?!] [Por que é uma MULA assim como a autora.] [Se já sabia a resposta, porque pensou, besta?]
“Eu estava me perguntando” Edward disse lentamente. “Se... primeiro... talvez você goste de um mergulho à meia noite comigo?” [Que o mar esteja cheio de tubarões que o mar esteja cheio de tubarões...] [Vampiros não são sensíveis à água? e-e] [Vampiros sensíveis à água? Aonde? Só se for à água benta, porra!] Ele respirou profundamente, e a voz dele estava mais tranquila quando ele falou novamente. “A água estará bem quentinha. Esse é o tipo de praia que você aprovaria.” [Praias Quentes na Meia-Noite. Comofas] [O mar é feito de água...amarela.] [Vão estudar geografia vocês dois, a água acumula calor durante o dia e libera durante a noite, assim ficando quente]
“Parece bom.” Minha voz se quebrou. [Voz do Edward Wins! Fatality] [Voz quebrar?? Eles estão se comunicando pelo celular?]
“Eu tenho certeza que você gostaria de um ou dois minutos humanos... [E não um ou dois minutos vampíros.] [Qual a diferença mesmo? '-'] [Um minuto vampiro equivale à sete minutos humanos, por isso Edward tá tão com pressa de comer a ainda-não-sei-se-é-a-Bella] Foi uma longa viagem.”
Eu balancei a cabeça rigidamente [“porque sou uma marionete!”]. Eu mal me sentia humana; [se sentia uma anta, provavelmente] talvez alguns minutos a sós me ajudassem.
Os lábios dele alisaram a minha garganta, logo abaixo do meu ouvido. Ele riu uma vez e sua respiração fria fez cócegas na minha pele esquentada. [Geralmente o ar sai mais quente do pulmão do que entrou, a menos que a pele dela esteja a mais de 45º ou Edward esteja soprando no seu ouvidinho, ou seja, seria uma respiração fria e molhada]“Não demore muito, Sra. Cullen.” [Ah...A autora resolveu fazer o Vampiro Viado não tão Viado. Apesar de ser Crepúsculo, pelo menos alguma coisa decente aconteceu.] [Sra. Cullen? NOFFA ENTÃO ELES SE CASARAM MESMO] [Só agora tu percebeu, Speed?]
Eu pulei um pouco pelo som do meu novo nome. [“É senhorita Cullen pra você! Humpt!”]
Os lábios dele desceram no meu pescoço até o topo do meu ombro. “Eu vou esperar por você na água.” [Espere no fogo mesmo, faça um bem a humanidade]
Ele passou por mim indo até as portas francesas que se abria dando diretamente para a noite enluarada. [A gente ainda ta na ilha Esmo? Já me perdi nessa porra!] O ar pesado, salgado, entrou no quarto atrás dele.
A minha pele ficou em chamas? [Eu disse que o Edward botou fogo na casa.] Eu precisei olhar pra baixo para checar. Não, eu não estava queimando. [Fu-] Pelo menos, não visivelmente. [Fogo invisível q-] [AMATERASU! O_O CORRAM PRAS COLINAS!!] [SRA. CULLEN TOMOU PÍLULA ROSA CORRAM PRAS COLINAS!!]
Eu me lembrei de respirar [Droga] [Cumé?] , e aí cambaleei em direção à mala gigante que Edward tinha deixado aberta sobre uma penteadeira baixa. Ela devia ser minha, pois a minha familiar bolsa de utensílios de higiene estava em cima dela, e havia muitas coisas cor de rosa por ali, mas eu não reconheci nada que pudesse ser uma roupa. [Coisas Rosa? Esqueçam o que eu disse sobre o Vampiro ter deixado de ser viado. Ele só virou viado escondido.] [Se é rosa não tem como identificar de quem é, sua vadia burra prepotente] Enquanto eu escavava as pilhas cuidadosamente arrumadas – procurando alguma coisa familiar e confortável, um par de calças de moletom [e saias de ballet], talvez – eu me dei conta que havia uma quantidade absurda de laços e cetim sedoso em minhas mãos. Lingerie. Lingerie com cara de lingerie, com etiquetas francesas. [Provavelmente Edward pensou em ambos usarem] [Hmmm, Edward safadeeeenho...]
Eu não sabia como e quando, mas algum dia, Alice ia pagar por isso. [E quem disse que são suas, sua vadiazinha? Devem ser do Vampiro Viado, of course.] [Quem é essa porra de Alice que só apareceu agora?]
Desistindo, eu fui para o banheiro e dei uma espiada pelas longas janelas que se abriam para a mesma praia, que se abria para as portas francesas. [Como disseram antes, privacidade = 0] Eu não conseguia vê-lo; eu imaginei que ele estivesse lá na água, sem se incomodar em respirar. [Edward=/=Percy Jackson, ok?] No céu lá em cima, a lua estava minguante, quase cheia, e a areia estava numa cor branca e brilhante sob seu brilho. Um pequeno movimento chamou minha atenção. [Era Dust of Osiris brotando do chão, a areia fica vermelha, ele meta geral e fim] [Quis dizer “mata” ou “mete”?] Segura com uma espécie de laço em uma das palmeiras que margeavam a praia, o resto das roupas dele estavam balançando com a brisa suave.
Uma onda de calor passou pela minha pele novamente.
Eu respirei fundo, duas vezes e fui para o espelho acima da longa fila de armários [“e dei de cara com a Loura do Banheiro que arrancou meus olhos e fim”]. Eu estava exatamente com a cara de quem passou o dia inteiro dormindo num avião. [Que seria?] Eu encontrei minha escova e a passei com força nos bolos de cabelo na base da minha nuca até que eles ficaram macios e a escova ficou cheia de fios. Eu escovei meus dentes meticulosamente, duas vezes. [Higiene dental não é brincadeira] [Tanto que ela usou a ESCOVA DE CABELO pra escovar os DETNES, porque não vi ela pegar a escova de dentes] Então eu lavei meu rosto e passei água na minha nuca, que estava meio febril. [Tuberculose é assim mesmo, você não respira, fica com febre... Pare de usar dorgas mulher] [Então aquele calor era febre? Ah ta...] A sensação foi tão boa que eu também lavei meus braços, e finalmente eu resolvi desistir e ir pro chuveiro. [Pra que porras você vai ao chuveiro antes de ir se banhar no MAR?] [Ela não quer contaminar o mar com sua bestialidade, achando que seu cérebro vai escorrer pelo ralo] Eu sabia que era ridículo tomar banho antes de ir nadar, mas eu precisava me acalmar, e água quente era uma forma confiável de fazer isso. [E escovar os dentes duas vezes antes de nadar não é ridículo? Quebrou minha lógica, vadiazinha.] [Momento Cicarelli nessa porra] [Não, sério. O Kuno sentiu essas de lá da casinha dele enquanto dormia, agora ele terá pesadelos, coitado]
- AAAAAUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU! - *Kuno se contorce enquanto dorme*
Biscuri: Tadinho D=
Além do mais, raspar as minhas pernas também parecia uma boa idéia. [PARA NADAR? PORRA] [Vai que acontece uma suruba à milanesa...]
Quando eu acabei, eu agarrei uma grande toalha na pia e a enrolei embaixo dos meus braços [“deixando a parte de baixo à mostra pra todo mundo ver através das janelas grandes”].
Ai eu dei de cara com um dilema que eu não havia considerado. O que eu ia usar? [Vai pelada, porra. Ta de noite e só tem vocês!] Não uma roupa de banho, lógico. Mas também parecia bobagem colocar as minhas roupas de novo. Eu nem quis saber das coisas que Alice tinha colocado na mala pra mim. [Vai sem roupa logo então, carai]
Minha respiração começou a acelerar de novo e minhas mãos tremeram; os efeitos calmantes de tomar banho já eram. [Ataque de tuberculose de novo, eu falei pra não usar esses bagulhos...] [Pare de usar tóxicos!]
Eu comecei a me sentir meio tonta, aparentemente um ataque de pânico com força máxima se aproximava. [Agora é overdose de vez mesmo, morre demônia *fsjal*] [Só por não saber o que usar? WWE fica tão real quando comparada com isso.] [...Sério, não tenho o que comentar quanto a isso] Eu sentei no chão frio de azulejo com a minha toalha grande e coloquei a cabeça entre os joelhos. [“Meu Deus, o que foi que eu fiz?”] Eu rezei pra que ele não decidisse vir me procurar antes que eu conseguisse me refazer. [Vampiro REZA? Se bem que tinha confessionário e capela em CSOTN...] [Quem ta rezando é a Sra. Cullen] Eu podia imaginar o que ele ia pensar se me visse aos pedaços desse jeito. Não seria difícil ele se convencer que nós estávamos cometendo um erro. [Edward-Posso brincar de self-suck também? =D]
Eu não estava pirando por achar que estávamos cometendo um erro. [“Porra, alguém me traz uma pinga?”] Nem um pouco. Eu estava pirando porque eu não tinha idéia de como fazer isso, e eu estava com medo de sair desse quarto e enfrentar o desconhecido. [Na verdade estava pirando era pelo efeitos das dorgas mesmo] Especialmente usando lingerie francesa. Eu sabia que não estava pronta pra isso ainda. [Nadar usando Lingerie Francesa? Heh, deviam botar isso na Olimpíada do Rio de Janeiro.] [Até lá, eles já se divorciaram, Edward na sarjeta e ela posando nua... usando lingerie francesa!]
Isso era exatamente como ter que entrar num teatro cheio de gente sem ter a mínima noção de quais eram as minhas falas. [E mencionou o medo de palco again] [EU FALEI! EU FALEI QUE IA TER GENTE VENDO!!!]
Como as pessoas faziam isso – engolir seus medos e confiar tão cegamente em alguém com todas as imperfeições e medos que ela tem, com tão menos do que o absoluto cometimento que Edward tinha me dado? [Isso se chama CASAR, bem-vinda à realidade vadia de merda] Se não fosse Edward lá fora, se eu não soubesse com todas as células [“e vermes”] do meu corpo que eu o amo, incondicionalmente e irrevogavelmente, e honestamente, irracionalmente, eu nunca seria capaz de levantar desse chão.
Mas era Edward lá fora, então eu sussurrei as palavras – Não seja covarde – bem baixinho e cambaleei pra ficar de pé. [Oh que lindo a Protagonista-babaca-que-deve-ser-a-Bella tá tendo um momento de superação] Eu prendi a toalha mais alto embaixo dos meus braços [deixando a parte de baixo ainda mais à mostra] e marchei com determinação pra fora do banheiro. Passei pela mala cheia de lacinhos e pela enorme cama sem olhar para nenhum dos dois. Abri a porta de vidro e fui para a areia fina como talco. [Pera, ela foi PELADA MESMO?] [EHH, além de vadia é sem vergonha!! Quero uma lá em casa...]
Tudo estava preto e branco, tudo ficou sem cor por causa da lua. [Lua sugou a magia do mundo das fadas*Ninguém entende a piada* D=] [Eu acho que entendi, mas não queria entender D=] Eu caminhei lentamente pelo pó quentinho [EU JÁ FALEI PRA PARAR DE USAR ESSES BAGULHOS PORRA] [LSD rulez], parando ao lado da árvore curvada onde ele tinha deixado suas roupas. [Ela se esqueceu de que eram palmeiras?] Eu pus minha mão no tronco ríspido e chequei minha respiração para ver se ela estava uniforme.
Ou uniforme o suficiente. [Tá vendo aí, eu disse pra não usar esses negócios, e já cansei de avisar, cabaram os avisos <_<]
Eu olhei através do mato baixo, no negro da escuridão, procurando por ele.
Não foi difícil encontrá-lo. Ele estava de pé, de costas pra mim, mergulhado até a cintura na água da meia noite, olhando para a lua oval. [Lua OVAL? QUE LUA É ESSA?] [MALDITA GRAVIDADE TERRESTRE!]
A luz pálida da lua deixava sua pele numa perfeita cor branca, como a areia, como a própria lua, e deixava seu cabelo negro como o oceano. [Mas o oceano não é azul?] [Vai ver os bagulhos deixaram ela daltônica] [É de noite, como alguém diferencia um maldito azul escuro com preto?] Ele estava imóvel, as palmas de suas mãos descansando na superfície da água; as ondas baixas se quebravam ao redor dele, como se ele fosse uma pedra [Daqui a pouco era mesma e ela tava sob efeito das dorgas, isso se ela não for transar com a pedra né...] [“Edward: saia... daqui... estou me controlando...”] . Eu olhei para as suaves linhas das costas dele, de seus ombros, seu pescoço, seu formato indefectível... [Indefectível? Essa fic por si só é defecação da autora] [Edward caga pela boca ou fez boquete anal com ela?]
O fogo já não deixava mais rastros na minha pele, agora ele queimava lenta e profundamente [Então ela REALMENTE tá queimando] ; ele sumiu com a minha estranheza, minha tímida incerteza. [Devia ter sumido com sua certeza, já que a incerteza te deixava ardendo...] Eu deixei a toalha cair sem hesitar deixando-a na árvore com as roupas dele, [temos um errinho de física à lá Sonic 4, mas tudo bem] e caminhei para a luz branca [“Mamãe?”]; isso também me fez ficar pálida como a areia branca. [PERAE! Ela seguiu meu conselho e foi pra lá nua? Pqp!]
Eu não conseguia ouviu os sons dos meus passos enquanto caminhava até a beira da água, mas eu imaginei que ele podia. Edward não se virou. Eu deixei as ondas gentis quebrarem aos meus pés, e descobri que ele estava certo sobre a temperatura; ela estava bem quentinha, como água de chuveiro. Eu entrei, caminhando cuidadosamente pelo chão invisível do oceano [like a boss], mas a minha preocupação era desnecessária; a areia continuava perfeitamente suave, [Não vai me dizer que tiveram a frescura de limpar as pedras? Porque sempre que vou pro mar ferro meus pés em pedras invisíveis ._.] indo gentilmente na direção de Edward. Eu dei braçadas pela leve correnteza [CORRENTEZA? NO MAR SUA ANTA?] até estar ao lado dele, e então repousei minha mão gentilmente sobre a mão gelada dele que pairava sobre a água.
“Lindo” eu disse, olhando para a lua também.
“É bonita” ele disse, sem se impressionar. [“Mas não é mais bonito do que eu tenho debaixo d’água... /troll] Ele virou lentamente pra me olhar; pequenas ondas acompanharam os movimentos dele e se quebravam na minha pele. Ele virou as mãos para cima [“e pra baixo e pra cima e pra baixo ai vai esgurmaaar”] para que pudéssemos uni-las embaixo da água. Estava quente suficiente para que a pele fria dele não causasse arrepios na minha.
“Mas eu não usaria a palavra linda” ele continuou. “Não com você bem aqui para fazer a comparação.”[Soa como algo retirado de um livro de cantadas.] [²] [Cantadas Infalíveis da Descicoplédia RULEZ \m/]
Eu dei um meio sorriso, então ergui a minha mão livre [porque a outra batia uma pro Edward], agora ela não tremia, e a coloquei sobre o coração dele. [Enfiando uma faca de prata acabando com tudo] Branco sobre branco; nós combinamos, pra variar. [Opostos se atraem] [Mas eles são iguais ._.] [Esperma vira cola em contato com a água...] Ele estremeceu só um pouquinho com o meu toque. A respiração dele agora estava mais ríspida. [Agora vampiros usam esses bagulhos também?] “Eu prometi que ia tentar” ele sussurrou, ficando tenso de repente. “Se... Se eu fizer algo errado, se eu te machucar, você precisa me dizer imediatamente.” [Para que ele não pare] [“Por favor, vá com calma, eu ainda sou novinha D=”]
Eu fiz um aceno solene com a cabeça, mantendo meus olhos grudados nos dele. Eu dei um passo à frente nas ondas e deitei minha cabeça no peito dele.
“Não tenha medo” eu murmurei. “Nós fomos feitos pra ficar juntos.” [Uma vadia cujos neurônios acabaram quando tinha 4 anos e um vampiro viado... isso combina tanto quanto um asiático e uma negra.]
De repente eu fiquei abismada pela veracidade das minhas próprias palavras. [“Uau, eu mereço o Oscar de interpretação!”] Esse momento era tão perfeito, tão correto, que não havia nenhuma dúvida disso. [Eu tenho uma dúvida disso. Conta?] [Eu também. Conta?²] [Já eu tenho uma certeza: Isso NÃO ESTÁ CORRETO. Falou]
Os braços dele me cercaram, me segurando contra ele, éramos como inverno e verão. [Inverno e Verão tem uns seis meses de distância, nem vem.] Parecia que todas as terminações nervosas do meu corpo eram fios elétricos. [E desde quando você TEM terminações nervosas? Burra com é, nem CÉREBRO deve ter, quanto mais SNP]
“Para sempre” ele concordou, e então nos puxou gentilmente mais pra dentro na água. [Tentativa de assassinato detected] [Agora começa o boquete a lá Cicarelli]
Nada do que eu tinha imaginado em tantas noites insones poderia ter me preparado para esse momento. Apesar de evitar pensar sobre isso, meu próprio corpo rebelde tinha decidido ir até o fim o mais rápido possível. [Y soy rebelde... Numseioqlá, numseioqlá! Y soy rebelde... *shot*] Eu não gostava de pensar, [AHÁ! ADMITIU QUE NÃO PENSA NÉ VADIA BURRA?] me deixava embaraçada [igual o primeiro sutiã], mas o desejo que eu sentia por Edward se tornava cada dia mais latejante [igual pau do Edward, vaitefudê], mais impossível de ignorar. [Garotas tem desejo por Vampiros Viados, Cantores Viados, Atores Viados...Sinceramente, a humanidade está fu.] [Garotas AMAM viados.] [Correção: Gurias retardadas amam viados incubados] [Porque acham que Justin Bieber tá famoso, porra?] As noites insones se tornavam mais freqüentes [síndrome de abstinência de cogumelos causa isso], particularmente quando as coisas entre nós ficavam mais intensas, e ele inevitavelmente parava, e se afastava. Nessas horas meu corpo reclamava, pulsando, doendo, ardendo por uma satisfação que me era desconhecida, sobre a qual eu só lera em livros de biologia e romances. [E não é que ela estudou biologia?] Mas aquela necessidade era real. E tão intensa, que, se Edward pudesse ler meus pensamentos – e felizmente ele não conseguia [Mas convenhamos que mesmo que lesse, ele não atenderia. Porque todos nós sabemos que ele quer é um Fio-Terra. E não satisfazer outras pessoas.] [MAS NO FILME ELE LÊ, SUA ANTA-PROTAGONITA-QUE-DEVE-SER-A-BELLA!] [Não conseguia porque ele não queria, sua besta!]– talvez então ele conseguisse entender minha pressa, minha angústia [“de dar o cu ainda nesse capítulo”].
E mesmo essa ansiedade, expectativa, necessidade... Nada disso tinha me preparado para a fome que se apossou de mim no momento em que nossos corpos se tocaram, livres das roupas pela primeira vez [Mas...Ela não tava com uma lingerie francesa?] [Ela entrou pelada, não percebeu Thun? G_G], no calor da água morna. Todas as células do meu corpo [Again falando das células? Carai.] [Vai ver ela tem complexo de celulite] estavam intensamente conscientes da presença dele, [Isso aqui não é Bleach e suas células não sentem reiatsu. Falou] do seu cheiro inebriante [“de rosca queimada”], da beleza perfeita e infinita do corpo molhado e iluminado pelo luar. Tudo nele me atraía, para cada vez mais perto, como se meu corpo quisesse se fundir ao dele [FUUUUSÃO, HAH!] , atingindo assim sua própria perfeição. [Edward =/= Adam Arclight, e Você =/= Eve Newshvainstain. Falou] Eu só podia existir sendo parte dele. Eu pertencia a ele. E eu tinha fome. [Controle-se, fia] Tinha pressa. Mas ele não. Nesses momentos a pressa não existia para Edward Cullen. [Você que pensa, ele tá louco por um fio-terra] O tempo parecia se estender, se alongar. Nunca imaginei que em um segundo cabiam tantas coisas, tanta realidade, tanto dele. [TIME PARADOX?] Em câmera lenta, Edward me levou junto a ele até um ponto mais profundo da praia, e meu coração disparou enlouquecido. [Coração: RÁ-TÁ-TÁ-TÁ-TÁ-TÁ-TÁ-TÁ! COME ELA LOGO SEU VIADO DUMA FIGA!! COME TUTÔ! TUTÔ! RÁ-TÁ-TÁ-TÁ-TÁ-TÁ-TÁ! HEBXALAMALEMAMIDAAAAA!!!] Ele não iria desistir, como eu temia. Senti um pouco de culpa, a culpa familiar, sabendo que ele só estava fazendo isso porque eu insistira tanto [o casamento faz isso com todos], sabendo que ele tinha medo das conseqüências, muito mais do que eu, porque ele se responsabilizaria por qualquer coisa que acontecesse. Mas esses pensamentos desapareceram assim que ele me estabilizou em pé na areia, colou novamente seu corpo ao meu e buscou meu pescoço com os lábios frios.
Além do mais, raspar as minhas pernas também parecia uma boa idéia. [PARA NADAR? PORRA] [Vai que acontece uma suruba à milanesa...]
Quando eu acabei, eu agarrei uma grande toalha na pia e a enrolei embaixo dos meus braços [“deixando a parte de baixo à mostra pra todo mundo ver através das janelas grandes”].
Ai eu dei de cara com um dilema que eu não havia considerado. O que eu ia usar? [Vai pelada, porra. Ta de noite e só tem vocês!] Não uma roupa de banho, lógico. Mas também parecia bobagem colocar as minhas roupas de novo. Eu nem quis saber das coisas que Alice tinha colocado na mala pra mim. [Vai sem roupa logo então, carai]
Minha respiração começou a acelerar de novo e minhas mãos tremeram; os efeitos calmantes de tomar banho já eram. [Ataque de tuberculose de novo, eu falei pra não usar esses bagulhos...] [Pare de usar tóxicos!]
Eu comecei a me sentir meio tonta, aparentemente um ataque de pânico com força máxima se aproximava. [Agora é overdose de vez mesmo, morre demônia *fsjal*] [Só por não saber o que usar? WWE fica tão real quando comparada com isso.] [...Sério, não tenho o que comentar quanto a isso] Eu sentei no chão frio de azulejo com a minha toalha grande e coloquei a cabeça entre os joelhos. [“Meu Deus, o que foi que eu fiz?”] Eu rezei pra que ele não decidisse vir me procurar antes que eu conseguisse me refazer. [Vampiro REZA? Se bem que tinha confessionário e capela em CSOTN...] [Quem ta rezando é a Sra. Cullen] Eu podia imaginar o que ele ia pensar se me visse aos pedaços desse jeito. Não seria difícil ele se convencer que nós estávamos cometendo um erro. [Edward-Posso brincar de self-suck também? =D]
Eu não estava pirando por achar que estávamos cometendo um erro. [“Porra, alguém me traz uma pinga?”] Nem um pouco. Eu estava pirando porque eu não tinha idéia de como fazer isso, e eu estava com medo de sair desse quarto e enfrentar o desconhecido. [Na verdade estava pirando era pelo efeitos das dorgas mesmo] Especialmente usando lingerie francesa. Eu sabia que não estava pronta pra isso ainda. [Nadar usando Lingerie Francesa? Heh, deviam botar isso na Olimpíada do Rio de Janeiro.] [Até lá, eles já se divorciaram, Edward na sarjeta e ela posando nua... usando lingerie francesa!]
Isso era exatamente como ter que entrar num teatro cheio de gente sem ter a mínima noção de quais eram as minhas falas. [E mencionou o medo de palco again] [EU FALEI! EU FALEI QUE IA TER GENTE VENDO!!!]
Como as pessoas faziam isso – engolir seus medos e confiar tão cegamente em alguém com todas as imperfeições e medos que ela tem, com tão menos do que o absoluto cometimento que Edward tinha me dado? [Isso se chama CASAR, bem-vinda à realidade vadia de merda] Se não fosse Edward lá fora, se eu não soubesse com todas as células [“e vermes”] do meu corpo que eu o amo, incondicionalmente e irrevogavelmente, e honestamente, irracionalmente, eu nunca seria capaz de levantar desse chão.
Mas era Edward lá fora, então eu sussurrei as palavras – Não seja covarde – bem baixinho e cambaleei pra ficar de pé. [Oh que lindo a Protagonista-babaca-que-deve-ser-a-Bella tá tendo um momento de superação] Eu prendi a toalha mais alto embaixo dos meus braços [deixando a parte de baixo ainda mais à mostra] e marchei com determinação pra fora do banheiro. Passei pela mala cheia de lacinhos e pela enorme cama sem olhar para nenhum dos dois. Abri a porta de vidro e fui para a areia fina como talco. [Pera, ela foi PELADA MESMO?] [EHH, além de vadia é sem vergonha!! Quero uma lá em casa...]
Tudo estava preto e branco, tudo ficou sem cor por causa da lua. [Lua sugou a magia do mundo das fadas*Ninguém entende a piada* D=] [Eu acho que entendi, mas não queria entender D=] Eu caminhei lentamente pelo pó quentinho [EU JÁ FALEI PRA PARAR DE USAR ESSES BAGULHOS PORRA] [LSD rulez], parando ao lado da árvore curvada onde ele tinha deixado suas roupas. [Ela se esqueceu de que eram palmeiras?] Eu pus minha mão no tronco ríspido e chequei minha respiração para ver se ela estava uniforme.
Ou uniforme o suficiente. [Tá vendo aí, eu disse pra não usar esses negócios, e já cansei de avisar, cabaram os avisos <_<]
Eu olhei através do mato baixo, no negro da escuridão, procurando por ele.
Não foi difícil encontrá-lo. Ele estava de pé, de costas pra mim, mergulhado até a cintura na água da meia noite, olhando para a lua oval. [Lua OVAL? QUE LUA É ESSA?] [MALDITA GRAVIDADE TERRESTRE!]
A luz pálida da lua deixava sua pele numa perfeita cor branca, como a areia, como a própria lua, e deixava seu cabelo negro como o oceano. [Mas o oceano não é azul?] [Vai ver os bagulhos deixaram ela daltônica] [É de noite, como alguém diferencia um maldito azul escuro com preto?] Ele estava imóvel, as palmas de suas mãos descansando na superfície da água; as ondas baixas se quebravam ao redor dele, como se ele fosse uma pedra [Daqui a pouco era mesma e ela tava sob efeito das dorgas, isso se ela não for transar com a pedra né...] [“Edward: saia... daqui... estou me controlando...”] . Eu olhei para as suaves linhas das costas dele, de seus ombros, seu pescoço, seu formato indefectível... [Indefectível? Essa fic por si só é defecação da autora] [Edward caga pela boca ou fez boquete anal com ela?]
O fogo já não deixava mais rastros na minha pele, agora ele queimava lenta e profundamente [Então ela REALMENTE tá queimando] ; ele sumiu com a minha estranheza, minha tímida incerteza. [Devia ter sumido com sua certeza, já que a incerteza te deixava ardendo...] Eu deixei a toalha cair sem hesitar deixando-a na árvore com as roupas dele, [temos um errinho de física à lá Sonic 4, mas tudo bem] e caminhei para a luz branca [“Mamãe?”]; isso também me fez ficar pálida como a areia branca. [PERAE! Ela seguiu meu conselho e foi pra lá nua? Pqp!]
Eu não conseguia ouviu os sons dos meus passos enquanto caminhava até a beira da água, mas eu imaginei que ele podia. Edward não se virou. Eu deixei as ondas gentis quebrarem aos meus pés, e descobri que ele estava certo sobre a temperatura; ela estava bem quentinha, como água de chuveiro. Eu entrei, caminhando cuidadosamente pelo chão invisível do oceano [like a boss], mas a minha preocupação era desnecessária; a areia continuava perfeitamente suave, [Não vai me dizer que tiveram a frescura de limpar as pedras? Porque sempre que vou pro mar ferro meus pés em pedras invisíveis ._.] indo gentilmente na direção de Edward. Eu dei braçadas pela leve correnteza [CORRENTEZA? NO MAR SUA ANTA?] até estar ao lado dele, e então repousei minha mão gentilmente sobre a mão gelada dele que pairava sobre a água.
“Lindo” eu disse, olhando para a lua também.
“É bonita” ele disse, sem se impressionar. [“Mas não é mais bonito do que eu tenho debaixo d’água... /troll] Ele virou lentamente pra me olhar; pequenas ondas acompanharam os movimentos dele e se quebravam na minha pele. Ele virou as mãos para cima [“e pra baixo e pra cima e pra baixo ai vai esgurmaaar”] para que pudéssemos uni-las embaixo da água. Estava quente suficiente para que a pele fria dele não causasse arrepios na minha.
“Mas eu não usaria a palavra linda” ele continuou. “Não com você bem aqui para fazer a comparação.”[Soa como algo retirado de um livro de cantadas.] [²] [Cantadas Infalíveis da Descicoplédia RULEZ \m/]
Eu dei um meio sorriso, então ergui a minha mão livre [porque a outra batia uma pro Edward], agora ela não tremia, e a coloquei sobre o coração dele. [Enfiando uma faca de prata acabando com tudo] Branco sobre branco; nós combinamos, pra variar. [Opostos se atraem] [Mas eles são iguais ._.] [Esperma vira cola em contato com a água...] Ele estremeceu só um pouquinho com o meu toque. A respiração dele agora estava mais ríspida. [Agora vampiros usam esses bagulhos também?] “Eu prometi que ia tentar” ele sussurrou, ficando tenso de repente. “Se... Se eu fizer algo errado, se eu te machucar, você precisa me dizer imediatamente.” [Para que ele não pare] [“Por favor, vá com calma, eu ainda sou novinha D=”]
Eu fiz um aceno solene com a cabeça, mantendo meus olhos grudados nos dele. Eu dei um passo à frente nas ondas e deitei minha cabeça no peito dele.
“Não tenha medo” eu murmurei. “Nós fomos feitos pra ficar juntos.” [Uma vadia cujos neurônios acabaram quando tinha 4 anos e um vampiro viado... isso combina tanto quanto um asiático e uma negra.]
De repente eu fiquei abismada pela veracidade das minhas próprias palavras. [“Uau, eu mereço o Oscar de interpretação!”] Esse momento era tão perfeito, tão correto, que não havia nenhuma dúvida disso. [Eu tenho uma dúvida disso. Conta?] [Eu também. Conta?²] [Já eu tenho uma certeza: Isso NÃO ESTÁ CORRETO. Falou]
Os braços dele me cercaram, me segurando contra ele, éramos como inverno e verão. [Inverno e Verão tem uns seis meses de distância, nem vem.] Parecia que todas as terminações nervosas do meu corpo eram fios elétricos. [E desde quando você TEM terminações nervosas? Burra com é, nem CÉREBRO deve ter, quanto mais SNP]
“Para sempre” ele concordou, e então nos puxou gentilmente mais pra dentro na água. [Tentativa de assassinato detected] [Agora começa o boquete a lá Cicarelli]
Nada do que eu tinha imaginado em tantas noites insones poderia ter me preparado para esse momento. Apesar de evitar pensar sobre isso, meu próprio corpo rebelde tinha decidido ir até o fim o mais rápido possível. [Y soy rebelde... Numseioqlá, numseioqlá! Y soy rebelde... *shot*] Eu não gostava de pensar, [AHÁ! ADMITIU QUE NÃO PENSA NÉ VADIA BURRA?] me deixava embaraçada [igual o primeiro sutiã], mas o desejo que eu sentia por Edward se tornava cada dia mais latejante [igual pau do Edward, vaitefudê], mais impossível de ignorar. [Garotas tem desejo por Vampiros Viados, Cantores Viados, Atores Viados...Sinceramente, a humanidade está fu.] [Garotas AMAM viados.] [Correção: Gurias retardadas amam viados incubados] [Porque acham que Justin Bieber tá famoso, porra?] As noites insones se tornavam mais freqüentes [síndrome de abstinência de cogumelos causa isso], particularmente quando as coisas entre nós ficavam mais intensas, e ele inevitavelmente parava, e se afastava. Nessas horas meu corpo reclamava, pulsando, doendo, ardendo por uma satisfação que me era desconhecida, sobre a qual eu só lera em livros de biologia e romances. [E não é que ela estudou biologia?] Mas aquela necessidade era real. E tão intensa, que, se Edward pudesse ler meus pensamentos – e felizmente ele não conseguia [Mas convenhamos que mesmo que lesse, ele não atenderia. Porque todos nós sabemos que ele quer é um Fio-Terra. E não satisfazer outras pessoas.] [MAS NO FILME ELE LÊ, SUA ANTA-PROTAGONITA-QUE-DEVE-SER-A-BELLA!] [Não conseguia porque ele não queria, sua besta!]– talvez então ele conseguisse entender minha pressa, minha angústia [“de dar o cu ainda nesse capítulo”].
E mesmo essa ansiedade, expectativa, necessidade... Nada disso tinha me preparado para a fome que se apossou de mim no momento em que nossos corpos se tocaram, livres das roupas pela primeira vez [Mas...Ela não tava com uma lingerie francesa?] [Ela entrou pelada, não percebeu Thun? G_G], no calor da água morna. Todas as células do meu corpo [Again falando das células? Carai.] [Vai ver ela tem complexo de celulite] estavam intensamente conscientes da presença dele, [Isso aqui não é Bleach e suas células não sentem reiatsu. Falou] do seu cheiro inebriante [“de rosca queimada”], da beleza perfeita e infinita do corpo molhado e iluminado pelo luar. Tudo nele me atraía, para cada vez mais perto, como se meu corpo quisesse se fundir ao dele [FUUUUSÃO, HAH!] , atingindo assim sua própria perfeição. [Edward =/= Adam Arclight, e Você =/= Eve Newshvainstain. Falou] Eu só podia existir sendo parte dele. Eu pertencia a ele. E eu tinha fome. [Controle-se, fia] Tinha pressa. Mas ele não. Nesses momentos a pressa não existia para Edward Cullen. [Você que pensa, ele tá louco por um fio-terra] O tempo parecia se estender, se alongar. Nunca imaginei que em um segundo cabiam tantas coisas, tanta realidade, tanto dele. [TIME PARADOX?] Em câmera lenta, Edward me levou junto a ele até um ponto mais profundo da praia, e meu coração disparou enlouquecido. [Coração: RÁ-TÁ-TÁ-TÁ-TÁ-TÁ-TÁ-TÁ! COME ELA LOGO SEU VIADO DUMA FIGA!! COME TUTÔ! TUTÔ! RÁ-TÁ-TÁ-TÁ-TÁ-TÁ-TÁ! HEBXALAMALEMAMIDAAAAA!!!] Ele não iria desistir, como eu temia. Senti um pouco de culpa, a culpa familiar, sabendo que ele só estava fazendo isso porque eu insistira tanto [o casamento faz isso com todos], sabendo que ele tinha medo das conseqüências, muito mais do que eu, porque ele se responsabilizaria por qualquer coisa que acontecesse. Mas esses pensamentos desapareceram assim que ele me estabilizou em pé na areia, colou novamente seu corpo ao meu e buscou meu pescoço com os lábios frios.
“Devagar agora, Bella,” [Edward: "Isso... Enfia devagarinho... Uh! Assim... UI MONA!"] eu ouvi sua voz rouca e entrecortada. “Eu quero ver, conhecer você. Sonhei muitas vezes com isso.”[Traduzindo: Sem henti asfado para você, Retarda.] As palavras foram acompanhadas pelo deslizar de suas mãos pelas minhas costas enquanto os lábios se colavam aos meus novamente. Fogo e gelo se mesclavam em mim; [Bella: “Ah, eu não devia ter tomado sorvete enquanto comia Nachos...”] [Ela é a Dawn? *Ninguém entende de novo*] era impossível não perceber como sua pele, lábios e língua eram frios ao toque. A sensação de que eles queimavam sobre mim era de um prazer inigualável, porém o rastro que deixavam ao mudar de lugar não era de frio ou de dor, e sim de um calor impossível [A autora não se decide se sente calor ou frio]. Arrepios surgiam nos pontos em que ele me tocava, e se alastravam pelo meu corpo, me causando arrepios e tremores. Enquanto me beijava lentamente, saboreando cada toque, com paciência, as pontas de seus dedos exploravam minhas costas da base da nuca até a curva dos quadris [e iam preparando o campo de aterrissagem]. A língua percorria meus lábios sem pressa, entreabrindo-os e tocando minha própria língua, fazendo movimentos de reconhecimento, de invasão, [Língua do Edward: "Câmbio! Aqui é L-E, tudo limpo na área LB1, podem avançar] o que espalhou um calor já familiar no centro de meu corpo, no estômago, e entre as pernas. [L-E: "FIRE IN THE HOLE!"] Ele arriscou uma leve mordida em minha língua. Me senti desfalecer por alguns segundos [e infelizmente voltou à vida como vampira], respirei mais profundamente, buscando o ar que me faltava. Ele pareceu perceber, e parou por um momento, pousando as palmas da mão em meus quadris, possessivamente. Ouvi sua risada rouca e baixa quando gemi involuntariamente ao sentir que ele parava. [Eu vou rir demais se o vampiro broxar.]
“Não se preocupe, amor,” ele disse, buscando meus olhos, o meio-sorriso torto que eu amava tanto brincando em seus lábios. “Nós temos a noite toda [e meu estoque de azulzinhas ainda vai durar muito]”. E dizendo isso, deslizou uma mão pela lateral do meu quadril até a minha perna, novamente usando apenas a ponta do dedo. Fiquei novamente ofegante. Não sabia se conseguiria agüentar tanta tensão, com certeza teria um ataque cardíaco. [Que tenha, acabaria com nosso sofrimento] [L-E: Tudo resolvido na área LB1, vamos para o ataque à base inimiga CB2] Não sabia se conseguiria resistir a tanto prazer. [“Ah, vou esgurmar loucamente!!”]
Dessa vez eu que me afastei um pouco, me descolando dele. Precisava de ar. O meio-sorriso continuava em seu rosto perfeito. Resolvi me vingar da lenta tortura, e um sorriso malicioso surgiu em meus lábios. [A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena u.u] [L-E: PRECISO DE COBERTURA! CONTRA-ATAQUE INIMIGO!]
“Edward”, minha voz saiu entrecortada, me fazendo corar. “Pode se virar um pouco, por favor?”. [AI, MERDA! É O FIO-TERRA!]
Ele ergueu uma sobrancelha com expressão curiosa [apontando para o matinho com o olhar sedutor que faz vomitar], mas não questionou. [Porque no fundo todo mundo sabe que ele queria um fio-terra.] Virou-se lentamente de costas para mim, deixando à mostra o dorso perfeito, forte, esculpido em mármore. O mar escuro brilhava [Escuro BRILHA? E SEM SOL? WTF? Não entendo mais nada D=] [A purpurina do Edward contaminou a água wtf] ao redor dele, que se parecia ainda mais com um deus. [Repetirei para seu cérebro de ervilha: Edward =/= Adam Arclight. TENDEU? <_<] Água escorria do cabelo e da pele molhada criando riscos prateados na pele perfeita. Minha respiração aos poucos foi voltando ao normal, e eu me aproximei dele com uma calma que não sentia, e me encostei contra ele, colando meu peito em suas costas. [Fazendo respiração por ozmose] O choque do frio de sua pele contra a minha, fervente, me fez estremecer violentamente, e o coração voltar a disparar. ["RÁ-TÁ-TÁ-TÁ! VAI PIPOCAR! VAI PIPOCAR!!!"] Já estava começando a lamentar aquele movimento quando percebi que ele também estava reagindo com certa violência, a respiração acelerada, pequenos tremores na pele, como calafrios [“Sai de perto senão te cheiro, droga de mulher besta!”]. Senti meus mamilos [que são um assunto polêmico.] se enrijecerem contra a pele fria, e formigarem, ansiando pelo toque de suas mãos. [Minha filha, como ele vai pegar nos seus mamilos se você tá com eles colados nas costas do manolo1?] Mais uma vez agradeci por ele não ser capaz de ler minha mente [ele é capaz, apenas não quer, sua anta da mente poluída!], e encostei meus lábios em seu pescoço, enquanto percorria seu peito com minhas mãos espalmadas, de cima a baixo, me aproximando do ventre liso, fazendo o inverso do que ele fizera comigo. [Eu vou vomitar...] A pele estava salgada, úmida, e fui explorando a nuca com a língua, [Isso é batalha campal de línguas já] fazendo traços em direção à orelha, e senti o corpo dele se enrijecer sob minhas mãos [QUE PARTE DO CORPO, ASSANHADA??], enquanto eu passeava com elas explorando cada pedaço pelo qual elas ansiavam. [L-B: "Avançando pela área, está estranha mas tudo limpo..." "Afirmattive"] Percorri a parte interna do braço, os ombros perfeitos, depois voltei até a ponta dos dedos, que se entrelaçaram aos meus enquanto eu continuava o caminho com os lábios. Decidi ousar um pouco, mordendo a ponta da orelha com cuidado, apesar de saber que aquilo jamais o machucaria. [L-B: "Estamos atacando a área OE1" "Ataque eficaz?" "Negative"] O efeito, no entanto, foi inesperado. Ele apertou minhas mãos com força, me fazendo gemer assustada em protesto. [Edward: “morde o lugar certo, porra!!”] Ele imediatamente me soltou e ficou estático, parado. Senti a tensão mudar em seu corpo, para algo diferente. [Eu acho que ele ficou puto porque tu ainda não fez o Fio-Terra nele.] [*Pegando balde pra vomitar por causa da melosidade*]
“Desculpe, Bella. Machuquei você? [“É que eu sou muito cabeça-dura...”] Ele tentou se virar e me encarar, mas eu o segurei no lugar, e continuei com os lábios em sua orelha.
“Não, Edward. Só me assustei, não imaginei que você fosse reagir assim”. Fiquei feliz por ele não conseguir ver meu rosto, intensamente ruborizado. Ele pareceu relaxar, então.
“Você não tem idéia dos efeitos que está me causando, amor. Talvez mais tarde eu possa tentar lhe mostrar”. Apesar de não ver seu rosto eu podia sentir o meio-sorriso em sua voz. O sorriso que eu tanto amava. “Na verdade não vai ser tão tarde assim. Em breve será minha vez”.
Quando ele segurou meu rosto com as palmas das mãos frias e olhou para mim, o mundo voltou a girar. [Mundo-*Dá Spindash*] Antes tudo estava parado: o mundo, minha mente, meu corpo, meus nervos, meu coração. Tudo estava envolto em uma névoa de lassidão, parecia ter deixado de existir, e voltava ao foco lentamente. Meu corpo havia se preparado para aquilo antes, e se frustrado inúmeras vezes, quando ele interrompia as noites em que estávamos juntos nos momentos mais intensos. [Leia-se: Broxava] A ausência de frustração, a necessidade preenchida, o calor que ele me fizera sentir, apesar do frio de suas mãos... Naquele momento eu deixei o planeta, e fui parar em algum outro lugar onde não existia mais nada a não ser Edward. [O inferno, né.] [Ativando modo Jumper...] Como se isso fosse possível. Alguns dos romances descreviam o clímax como “a pequena morte”, principalmente os franceses. [E você acredita nesses drogados?] Acho que agora eu entendia o porquê; era mesmo uma experiência de quase morte, da qual eu voltei com relutância, com medo de que alguma coisa pudesse dar errado fora daquele ninho de sensações extasiantes. [Voltou porquê?? Ah morre... deabo!]
Mas era ele quem me trazia de volta, com seu toque gélido, seus olhos cheios de paixão [“sua carteira cheia de dinheiro e camisinhas GG”]. Era ele quem me fazia esquecer a súbita timidez que vinha da minha falta de roupas [Não “esquente”, ninguém ligou pra isso até agora]. Que fez com que eu me sentisse uma pessoa completa. Olhei para ele e senti que meu coração poderia explodir com tantos sentimentos, [" VAI PIPOCAR! VAI PIPOCAR! BUUUUUUUUUUUUUUM!!!11!!!!onze!!!] eu não sabia na verdade como eu ainda conseguia viver ao lado dele. [Simples, você morreu -q] Era de se esperar que eu já tivesse morrido ou algo assim. Morrido de amor. [EURI *Mãe Diná Mode on*] Seria poético e adequado. [Apesar de que essa coisa poética não deu uma descrição exata do que estão fazendo. Pelo visto, já transaram MAS eu não vi nada falando disso com certeza.] [Parece que eles transaram mesmo.] [Não, pelo que entendi Edward broxou todas as vezes 8D] [Foi a maldita mordida na orelha, o contato com o sangue contaminado com a purpurina matou a dublê-de-Bella]
E então suas feições – sempre perfeitas, eternizadas naquele rosto adolescente dos meus sonhos [sonho de toda adolescente americana] – suas feições se modificaram. Eu vi seus lábios [“e suas pernas”] se entreabrirem como se ele estivesse com sede; os dentes afiados visíveis ao luar. [Plágio de Tsukihime não, em nome de Drácula D=] Os olhos se nublaram por uns instantes e ele não estava exatamente ali; aquilo me assustou, pois eu nunca o vira antes daquela forma. [Red Edward?!? MORRA AUTORA!!! <_<] Naquele momento ele era exatamente o predador perigoso contra o qual ele sempre me alertava, que sempre o preocupava. E então ele voltou, e se afastou de mim. Me senti solitária. [Forever Alone] Soltei o suspiro que estava prendendo [“idealizado em um sonoro arroto”], e o observei procurando alguma reação, alguma pista de como ele estava se sentindo. Ficou imóvel como uma estátua, olhando para o horizonte. Depois olhou para mim com uma expressão vaga e distante. [Edward tá virando psicopata. Fuja, PBQDSAB. Fuja.] [RED EDWARD. VAI LÁ SEU INFELIZ, MATE ELA ENQUANTO ELA NÃO SACA A FACA E TE ESTRUPA] [Edward quer sangue, Edward quer sangue...]
Eu precisava dizer algo, e foi o que meu coração sentia como verdade absoluta.
“Eu te amo, Edward”. Era verdade absoluta. “Não tenha medo, você não vai me machucar”. [FACEPALMMAJÉSTICO. Tá mais pra Mikiya. *okayface*] [Aprendiz-de-Bella dando uma de Mãe Diná] Para mim aquilo também era verdade. Eu apenas não podia acreditar que ele pudesse me ferir. E caso acontecesse... Descobri naquele momento que estava disposta a morrer se fosse por suas mãos, seus dentes, sua boca. [Mais precisamente os caninos. MATE-A AGORA SEU BUNDA-MOLE] [Sua boca e seus dentes... caso de redundância, não? A menos que a mate com a língua] Então eu seria completamente dele. Sei que isso era errado, insano, mas quantas coisas não haviam sido desde que nossa história começara...? Seria apenas o desfecho perfeito para o estranho amor entre um vampiro e uma humana. [Não... Sério? Sabe que concordo? MATE ELA SEU BOSTA]
Ele me olhou novamente, e só nós dois existíamos no mundo. [Anima chegou e sugou tudo e ninguém percebeu D=] Ele me olhou como se estivesse me descobrindo pela primeira vez [igual aquele biscoito com recheio mágico que explode na boca]; eu sentia como se fosse. Reconheci também em seu olhar aquele sentimento que eu temia ver desde o início: medo de me perder, dúvida. [Medo maior do divórcio, suponho] Ele estava hesitando.
“Bella”, [porra, era a Bella todo o tempo!! D=] ele começou a dizer, mas eu o silenciei com um beijo que nunca me permitira antes. Não havia palavras para dizer a ele tudo que eu queria, então cruzei dedos imaginários na minha mente e torci para que meu corpo conseguisse transmitir toda a confiança, toda a vontade que eu tinha, o quanto aquilo tudo estava sendo importante para mim. Ele, que sempre era tão mais rápido, mais forte, mais perceptivo, mais resistente... Saber que eu tinha o poder de quebrar seu controle nos deixava em pé de igualdade. [Aham, sei. *Edward morde a língua dela e a mata sem ela perceber o que houve* O que dizia?] O amor se tornava um campo de batalha no qual tínhamos forças parecidas. [EU DISSE! BATALHA CAMPAL DE LÍNGUAS RÇSRÇSÇRSÇRÇ] Naquele momento, em que eu o conduzia pela mão e o fazia sentir humano mais uma vez, nós éramos iguais. E talvez ele nunca pudesse entender como isso explicava minha insistência em que tivéssemos ao menos essa noite, antes de minha transformação. [Transformação? Vai virar a Power Ranger Vermelho-Sangue de Menstruação?] [...Isso me lembrou de uma fic de outros Sporkes. Onde a Bella virava Lobismulher.] [Lobismulher?? HOLY... CRAP] Era egoísta de minha parte, trazer sofrimento a ele, mas aquilo nos nivelava. E só assim eu podia sentir que tinha valor na vida de Edward Cullen. Só assim eu podia entrar naquele universo com ele feliz em ser apenas a mortal, frágil e indefesa Bella Swan [Wait, então eles NÃO se casaram?! ENTÃO COMO QUE TEM A LUA DE MEL E--] , e sentir que tinha algo a oferecer àquele ser que não precisava de mais nada. [Wait, se ele não precisava de mais nada o que você iria oferec- Ah é... Fio-terra...]
O beijo, que pretendia dizer tantas coisas, [BEIJOS FALAM AGORA?] [Em um tom sentimental sim, mas na fic não tem porra de sentido algum] acabou se tornando uma tempestade de calor e frio, enquanto o desejo de me tornar completamente dele voltava com força redobrada, levando minhas mãos a deslizar por seu corpo invernal com uma ousadia que me deixou novamente corada [Sério, quando vai rolar a putaria? Só tem flerte nessa porra!]. Aquilo me surpreendeu e me assustou, e desta vez, apesar do abandono pleno de Edward, [Pw3nd. Forever alone, PBQDSAB, forever alone...] que devorava meus lábios e língua com igual intensidade, eu me afastei, buscando ar. [Edward é canibal.] [E também venceu a batalha campal o/]
Mas não era ar que eu queria. Eu queria certezas. Apenas o que eu não podia ter...
“Bella, amor, o que houve? Você está bem?” [AH SIM, MUITO BEM, VOCÊ QUASE MATOU ELA AGORA A POUCO E ELA DEVE ESTAR ÓTIMA] [Bella: não, apenas estou... tonta.] A preocupação que havia na voz dele, tão familiar, me doeu. Eu não queria estar fazendo isso desta forma, coagindo a pessoa que eu amava acima de mim mesma. Eu queria que ele se sentisse bem, sem culpa. Será que seria impossível? [Sim.] [Sem resposta.]
Ficamos por um tempo buscando [no Google], no olhar do outro, respostas para perguntas silenciosas [me enganei, era no Yahoo! Answers]. Até que me afastei dele um pouco mais, nadando com braçadas lentas até mais perto da margem da praia. [Ah...Então agora eles estão nadando... Sendo que tem umas três páginas que ela disse que tava na praia. Ê, porra.] [Thun, você tá lerdo hoje, eles tão no mar a um tempinho já...] Até um ponto em que pudesse me sentar, sentindo as pequenas ondas mornas se chocarem contra minha pele. A lua subira no céu, eu não sabia mais que horas eram, o tempo se tornara uma coisa fluida, intangível. [Desde quando tocamos o tempo, mesmo?] De certa forma eu queria e não queria que aquele momento durasse para sempre. [DECIDA-SE! *Prepara o Hold Frame*][Bella confusa... como sempre]
“Bella?” A ansiedade na voz de Edward se tornou mais perceptível. Como eu queria tirar aquela ansiedade dele para sempre! Não ser um objeto de preocupação eterna... Eu sabia que estava estragando o clima, mas não conseguia controlar os pensamentos, e mais uma vez, eu senti que estava prestes a arruinar tudo [“como eu sou muito burra...”]. Porque isso acontecia comigo? E justo nesse momento? Eu sempre estragava tudo. [Bom, você já estragou os planos do Vampiro Viado de receber um Fio-Terra.]
Não consegui responder, porque não consegui nem mesmo aceitar que minha mente estivesse tendo uma crise de consciência naquele momento [“não sei se eu dou, não sei se eu não dou...”], depois de tudo que já acontecera, mas talvez fosse exatamente o momento certo, antes que algo mais acontecesse.
“Bella, o que houve?” De repente ele estava ao meu lado, guardando certa distância. “Fale comigo. Não está arrependida, está?” [Arrependida de quê? De estragar tua chance de conseguir o Fio-Terra? Acho que sim...] Os olhos agora transbordavam algo que beirava o pânico, e eu não pude mais pensar, ou me conter. Estendi as mãos para ele, que entrelaçou os dedos nos meus, me devorando com os olhos, tentando alcançar meus pensamentos, mas impotente. [Olhos tem bocas? E o que os olhos tem com o pensamento?] [SHARINGAN!] [Uma imagem vale mais que mil palavras... fuck]
De repente tudo que eu estava pensando veio à tona, não consegui mais segurar as palavras. [Ué? Não disse que ele não podia ler pensamentos? *trollface*] Disse tudo que pensara nos últimos instantes. Sobre a preocupação constante. Sobre eu ser algo único na vida dele. Sobre o amor ser na verdade um campo de batalha. [Mais especificamente batalha campal de línguas] Ele ouviu tudo em silêncio, com um ar solene. [Porque nem precisava falar, ele lê pensamentos] E por fim, disse a ele que não queria nada que ele não quisesse inteiramente. Que se ele ainda tivesse alguma dúvida, qualquer uma, eu não o forçaria mais a continuar, independente de qualquer acordo prévio, porque eu sabia que ele estava passando por sofrimento demais para me dar aquele momento. E que eu não me importava em morrer em seus braços; o que me importava era saber o que quão horrível ele se sentiria se algo me acontecesse. [Que no caso seria morrer nos braços dele... porra! Tua vida não vale nada!!]
Quando terminei, houve um período de silêncio. Dei tempo a ele, que ficou imóvel, pensativo, enquanto eu me apercebia novamente da beleza do ambiente ao redor. Apesar da água morna [Não era quente?] [Ela disse que tá morna já um tempo... Porra tu e o Thun tão lerdos hoje, será que é efeito colateral da fic? D=] [acho que tinha dado tempo pra frieza do Edward ter esvaziado a água...], uma brisa fresca começou a soprar do norte, e o ar fresco contra minha pele molhada me causava arrepios. O cheiro da brisa era salgado, me lembrava um pouco a brisa da praia em La Push [Aonde é La Push? Perto de La Raza? Bom, pelo menos aquela parada de “Viva La Raza” dos Guerreros da WWE faria mais sentido.] [La Push é perto da Le Empuje, aos arredores de Entry City]. Outra vez agradeci mentalmente por ter um cérebro torto [Cérebro torto. Entendo.] [*RIALTO e acorda o Kuno sem querer*] e inacessível a Edward. [AGORA entendi porque ele não pode ler, teu cérebro é OCO mesmo] La Push [VIVA LA RAZA] sempre me lembrava Jacob [meu tio judeu], e aquele momento era bem inconveniente [Escolheu se casar com a bicha, se fudeu. Se ela tivesse casado com o Jacob, essa fic não só já teria terminado, como a gente já estaria fazendo coisa melhor do que sporkar essa porra.] [Mas ela ainda é só Bella Swain, como que pode estar casada Thun?]. Mas a lembrança desta vez não trazia nada além de um pouco de paz, como ecos de uma onda distante que nos embala sem causar grandes distorções na superfície.
Senti a mão de Edward em meus cabelos molhados, afastando-os do meu rosto. Senti a ponta dos dedos frios traçarem as linhas do meu queixo, virando meu rosto para olhar para ele. [Dejávi]
Sua expressão estava serena. Mais do que isso, seus olhos brilhavam com o reflexo do luar, e eu pude ler neles a extensão do seu amor. [Por favor, diga logo a extensão de amor do Edward. *olha no zoio dele* Hã? É DE MAIS DE 8000 O_O] [MAIS DE 8000? ISSO DEVE SER UM ENGANO, ESSE VIAGRA DEVE ESTAR QUEBRADO!] Só aquilo já me encheu de alegria. Ele poderia até desistir [ele é seguidor do Challenge Accepted]. Eu não me importaria mais. Só o que me importava era estar com ele.
“Bella”. Eu amava o jeito com que ele sussurrava meu nome. Ele encostou a testa na minha, e ambos ficamos de olhos fechados, mãos entrelaçadas. “Você tem idéia de como representa tudo na minha vida desde que entrou nela?” [Bella: “Claro que tenho. Você enfim ganhou a certeza de que tem alguém para fazer Fio Terra em você por toda a eternidade. Mas ficou tristinho porque não é o Jacob.”] [Não enfia Yaoi nessa porra, Thun.] [Tou com traumas de yaoi D=]
“Bem, tenho certeza de que ela ficou um pouco mais movimentada”, eu respondi, tentando brincar. [Sério? Nemri ._.] [Bella trollando Edward numa hora impr... ah porra, MATA LOGO ELA EDWARD DE MERDA!!]
“E você tem idéia de que eu quero que esta noite aconteça tanto quanto você? Ou até mais? O quanto eu quero que você seja completa, inteiramente minha?” Bem, isso eu não tinha certeza. Fiquei em silêncio. Ele prosseguiu. [Acontecer ela vai, quer queiram quer não, quer estejam vivos ou não. Zifodam aew nerdões]
“Acho que agora consigo entender você melhor. Entender porque isso é tão importante para você. Que não é só
Me lembrei do olhar vago dele, os dentes brilhando ao luar. Estremeci. Acenei com a cabeça, a boca subitamente seca.
“Então você entende os riscos envolvidos. E mesmo assim pretende ir até o fim?” [A autora também é seguidores do Challenge Accepted...]
Acenei novamente. Edward conseguia ser formal mesmo nessas horas, os dois sem roupas, sentados no mar, em uma praia deserta de uma ilha tropical.
Ele suspirou. Mas depois sorriu, o meu sorriso torto; discreto, mas estava lá.
“Então acho que temos que tomar um banho, Sra. Cullen, [Viu que ela tá casada? Mas wait... Tomar banho? VOCÊS NÃO JÁ TÃO FAZENDO ISSO?][Desde o início, quando Edward a chamou de Sra. Cullen pela primeira vez] e fazer isso direito. Temos uma cama nos esperando. [Porra, façam sexo à milanesa na areia clarinha, tiveram nove páginas pra fazer isso!...] Eu tenho quase certeza de que amanhã eu vou me arrepender, mas vou esquecer as preocupações por uma noite. É tudo que eu garanto no momento” [Depois de horas dessa enrolação toda, até que enfim.] [Isso pareceu fic Yaoi de tão demorado.12 páginas(Ao menos) só pra fazer o Edward e a Bella irem transar.]
Foi minha vez de sorrir, um sorriso iluminado. [Usou o novo Colgate Light nas escovações?] [Ainda acho que ele usa Corega] “Tenho certeza que vai ser suficiente”. Ele então me tomou novamente nos braços e me carregou para dentro da casa, enquanto eu tremia de frio, amor e expectativa.
Thun:... O QUÊ? ACABOU? PUTA MERDA! PORRA, VAMPIRO VIADO BROCHA! ENROLOU QUE NEM UM FILHO DA PUTA E NEM TREPOU? AH, VÁ PRA CASA DO CARALHO, VAMPIRO DE MERDA, NOSFERATU JÁ TERIA COMIDO, MORDIDO E COMIDO DE NOVO A ESSA ALTURA! ... OK, chega. Eu preciso dizer o quanto essa fic foi... foi... decepcionante? Eu não sei nem se ele comeu ou não já que a lerda da autora resolveu não explicar nada e falar mil baboseiras. Ela foi bem no fato de ter sido igual a autora em fazer uma história de merda que só garotinhas babariam. Enfim... KUNO, MATE ESSE VAMPIRO DE MERDA! *Kuno começa a tirar parte por parte de Edward, enquanto Thun enfia uma estaca de madeira no coração do Vampiro Viado, matando-o. Enquanto isso, ouve-se a voz de Shao Kahn dizendo: BRUTALITY!*
Spark:...Só pra finalizar:*Bella acaba sendo presa por nudismo e morre espancada na cadeia* Huhh...Crimality?
Biscuri: Vou dar uma observação aqui: essa fic, na verdade, nada mais é do que um trecho do LIVRO OFICIAL, que não foi usado e foi TRADUZIDO E JOGADO NUM SITE DE FICS por uma autora retardada que disse ser uma fic própria. Sim, nós sporkamos o próprio livro aqui. E... tenho uma notícia REALMENTE RUIM (para nós) ou boa (pra esse bandi desocupado a.k.a. vocês). PREPARADOS? ISSO TUDO, ESSAS PÁGINAS INFINITAS, NA VERDADE, ERA APENAS O PRIMEIRO CAPÍTULO DA FIC!!! MWAHAHAHAHA!!! Where is your God now? *sadic face* Se preparem pra mais baboseiras e enrolações a nível mais de 8000 manolinhos, porque vai ter muito texto ruim pela frente. Estagiário, pague a conta. -q
Caçador: PORRA PORRA E PORRA!! Internet maldita que permite que todos mostrem do que é capaz!! Acho que vou ver um vídeo do Zé Graça e ouvir Peanut Butter Jelly Time pra acalmar... e sério. Se eu tiver que sporkar mais uma puta fic de Crepúsculo eu juro que caço a maldita e faço ela ter vergonha de aprender a escrever!! E acho que ela maldita deve ter morrido depois de escrever esta bosta, por isso não teremos o trabalho... WEE! *se mata* Espera aí, por que EU pago a conta? EI! ESPEREM MALDITOS! FUUUUUUUUUUUUU!
*paga a conta*
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